24/07/2007 - 20h01
Homero Fonseca
Perfil biográfico, Recife, edição da Assembléia Legislativa de Pernambuco, coleção Perfis Parlamentares do Século XX, 2001.
Edição fora de comércio.
Mário Carneiro do Rego Melo (1884-1959) foi um dos mais famosos, influentes e polêmicos jornalistas do Recife, em seu tempo. Durante 58 anos ininterruptos trabalhou nos principais jornais recifenses (Folha do Povo, Correio do Recife, Pernambuco, Diário da Manhã, Jornal Pequeno, Folha da Manhã, Diario de Pernambuco e Jornal do Commercio). Escritor, geógrafo e historiador, escreveu 33 livros e monografias. Foi secretário perpétuo do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambuco e da Academia Pernambucana de Letras e fundador do Sindicato dos Jornalistas e da Associação da Imprensa de Pernambuco. Deputado estadual de um único mandato, na legislatura 1947-1951, foi uma espécie de estranho no ninho, alternando, em sua atuação, atitudes excêntricas e iniciativas precursoras e consistentes.
Revolucionário no início da carreira, tornou-se conservador ao longo do tempo. Defensor das tradições populares, como o Carnaval, e adversário feroz da prática do futebol profissional, foi pioneiro em ações de defesa do meio ambiente. Gramático caturra e estudioso amador do tupi, foi responsável, durante o Estado Novo, por designar inúmeras cidades pernambucanas com nomes de origem indígena (sobre a atuação do jornalista na escolha de topônimos pernambucanos, ver o livro Pernambucânia – O que Há nos Nomes das Nossas Cidades, Homero Fonseca, 2007/2007).
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Homero Fonseca comentou:
O texto de "Mário Melo - A Arte de Viver Teimosamente", está, na íntegra, neste endereço:
http://www.alepe.pe.gov.br/sistemas/perfil/parlamentares/MarioMelo/sumario.html